sábado, 30 de dezembro de 2023

UMA NOVA MUDANÇA EM BREVE VAI ACONTECER...


Por: Cláudio Márcio Rebouças da Silva 

 Ó Deus, aqui estou para te agradecer por mais um ano. Experimentei dias difíceis. Chorei, tive medo, fiquei inseguro. Perdi pessoas importantes na caminhada. Confesso que mesmo com o sol raiando, nem sempre vejo beleza e esperança.

Ó Deus, aqui estou para te agradecer por mais um ano. Em tudo que vivi, sabia que não estava só. Sua voz ora suave e ora potente me dizia: estou com você! Isso tudo vai passar. Acreditei e, por  isso, estou aqui.

Ó Deus, aqui estou para te agradecer por mais um ano. Fiz novas amizades, acolhi pessoas, cantei, dancei e reorganizei as emoções. Fui com fé e coragem para o mutirão da fraternidade e da justiça.

Ó Deus, aqui estou para interceder por um novo ano. Que meu comportamento seja melhor. Que meu olhar seja mais sensível em busca de beleza e poesia. Que meus braços sejam capazes de oferecer mais abraços.

Ó Deus, aqui estou para interceder por mais um ano. Que meu coração seja capaz de amar sem julgamentos. Que meus pés não se afastem do caminho da paz e da fraternidade. Que minhas mãos derrubem muros de inimizades e construam pontes da comunhão. 

Amém!



sábado, 14 de outubro de 2023

Deixai vir a mim os pequeninos...

 

Deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus" (Lucas 18:16)

Por: Cláudio Márcio R. da Silva[1]

Temos muito a apreender com o pedagogo Jesus de Nazaré. A capacidade de escuta interessada, a empatia, o uso de imagens do cotidiano das pessoas, a transformação da realidade, o acolhimento sem distinção, os vários lugares dos saberes, a humildade de ser ensinado por outro, enfim.

Cada um(a) tem na memória um(a) professor(a) que marcou a sua maneira de ver o mundo, pois, acreditou em nosso potencial e nos sugeriu um caminho possível de caminhar. Desta maneira, para além do letramento formal, me refiro também a quem nos educou na informalidade.

sábado, 7 de outubro de 2023

ANDAR COM FÉ EU VOU...

 

Por: Cláudio Márcio R. da Silva[1] 

            Fé no avivamento da memória

             Fé na ancestralidade

             Fé no matriarcado

             Fé nos povos indígenas

             Fé na juventude negra

             Fé nas sementes crioulas

             Fé nas comunidades quilombolas

AFIRMAÇÃO DE FÉ...

 

Por: Cláudio Márcio Rebouças da Silva[1] 

Creio em Ti e sei que me amas Deus da compaixão

Creio em Ti que escutas minha voz e aponta a direção

Creio em Ti que enxuga minhas lágrimas e me toma pela mão

Creio em Ti que habitas as profundezas do mar e sua imensidão

Creio em Ti que seguras minha mão e me convidas para o mutirão

Creio em Ti que me ergues e me faz avançar na comunhão

Creio em Ti mistério profundo que me trouxe a salvação

Creio em Ti e me chamas para colaboração

Creio em Ti e no projeto da redenção

Creio em Ti e na ressurreição




[1] Reverendo da Igreja Presbiteriana Unida de Muritiba-BA.

domingo, 1 de outubro de 2023

O DESAFIO DE CUIDAR...

 

Por: Cláudio Márcio R. da Silva[1] 

            Nosso cotidiano é marcado por incertezas, por medos, por angústias que parecem não ter fim. Como sugere Tom Zé “tristeza não tem fim, felicidade sim”. Desta maneira, choramos, nos chateamos, ficamos decepcionados, nos cansamos no caminho e, por vezes, é muito difícil fazer o mutirão do esperançar.

            Corremos tanto e em tantos lugares parece que não conseguimos efetivamente se fazer presente com atenção no olhar e no ouvir. Vivemos, por vezes, no automático e suspeito que seja necessário repensar ações para não adoecermos.

domingo, 24 de setembro de 2023

ASSUMIR A COLABORAÇÃO E ABANDONAR A COMPETIÇÃO...

 

Por: Cláudio Márcio R. da Silva[1] 

Ó Deus, este é o dia que fizeste e tua misericórdia se renovou. “Abro a porta e a janela e vejo o sol nascer”. Ó Deus, conheces minha vida e meus desejos, “és brasileiro e andas do meu lado”.

Ó Deus, sei que me amaste primeiro, assim, também vou “amar as pessoas como se não houvesse amanhã”. Ó Deus, ofereço minha jornada na crença que a “vida é boa e de que a beleza vence o mal”.

domingo, 17 de setembro de 2023

A REBELIÃO DO PERDÃO...

 

Por: Cláudio Márcio R. da Silva[1] 

Quando assumimos o projeto de Jesus de Nazaré, nos abrimos para uma espiritualidade profunda enraizada nos humanos e em suas múltiplas maneiras de existir, pois, o verbo se fez carne e habitou entre nós, ou seja, Deus se humanizou e veio ao nosso encontro para nos salvar, perdoar e libertar do cativeiro do pecado e da morte.

Cremos que o projeto de Jesus de Nazaré é de vida com plenitude para quem necessita, uma vez que, o perdão e a misericórdia é algo central nos Evangelhos, todavia, por vezes, infelizmente, muitas igrejas escolhem e assumem um projeto de poder, de controle e de morte.

sábado, 8 de abril de 2023

AFIRMAÇÃO DE FÉ – ELE VIVE!

 Por: Cláudio Márcio Rebouças da Silva 

Afirmo neste dia que meus sonhos mais belos são resgatados 

Avivo a memória para que meus pés não se desviem do caminho da justiça  

Declaro com alegria e esperança de que um dia todo muro da divisão será derrubado 

Creio que amorosidade cantará com força como os pássaros matinais  

Na mesa não faltará alimento e os campos estarão floridos  

Os rios brotarão vida e o nosso riso será bobo como numa tarde samba 

Vamos dançar e não vamos nos cansar 

 Olharemos nos olhos de alguém e nunca teremos dúvidas que somos irmanados  

Acredito no sepultamento da distopia e na ressurreição da afetividade  

Todo corpo será sagrado  

Ninguém mais sofrerá pela cor da pele, da nacionalidade, do gênero, da sexualidade ou classe social 

Todo caos será reorganizado em um grande jardim 

Fica decretado que chegou o dia da redenção 

Esse é o perfume da ressurreição 

Levanta a cabeça e anda que o sol já vem chegando 




quinta-feira, 6 de abril de 2023

Quando a dor nos ensina ...


Ninguém em sã consciência vai dizer que gostaria de sentir dor. Mas a vida nos traz dores, seja na primeira queda de bicicleta, ou na primeira decepção amorosa. O fato é que a dor, ou um momento de dor, nos faz enxergar um novo mundo. Estou vivendo a dor.

Durante o período de três dias, recentes, fiquei no corredor da emergência do Hospital Regional de Irecê aqui na Bahia. Sofri e chorei pela minha dor, mas observei e senti a dor de outras pessoas.

Eu nunca me imaginei em tal situação, porque, como diz uma amiga, "corredores com pessoas doentes em macas não deveriam existir no hospital".  Mas eles existem! 

Nesse corredor eu vi um  jovem, que sofreu um acidente de moto por estar embriagado, sentindo dor em cima da maca. Eu ouvi sua promessa ao dizer que se tornaria pastor se tudo ficasse bem. Eu vi um pai, que parecia nunca ter entrado em um hospital, cuidar do seu jovem filho. Vi uma família se revezando e cuidando com amor do seu pai, marido e irmão.

Entre a quinta-feira e a sexta-feira, até às 21 horas, eu estive sozinha. Foi tudo muito rápido entre a internação na emergência em Tapiramutá e a regulação para Irecê, duas cidades do interior da Bahia. Rápido e muito desespera(dor). 

Mas o mundo novo começou a surgir diante de mim quando eu vi uma amiga mobilizando sua irmã para me ver, ao saber que eu estava aqui sozinha. Vi outra amiga de infância  contactando com sua amiga da faculdade, coincidentemente enfermeira nesse mesmo hospital. Uma mobilização para que houvesse uma visita.  Ela veio, e foi o primeiro rosto não conhecido que eu vi. Ela me abraçou. Eu segurei as lágrimas e senti Deus naquilo.

A dor que estou vivendo mobilizou minha irmã, tão caseira, a viajar mais de 400km para me ver e cuidar das minhas tarefas. A mesma dor tirou minha amiga do feriado sagrado para vir ficar comigo no hospital e cuidar de mim nos dias que mais estive vulnerável, física e emocionalmente.

A dor mobilizou alguns amigos e amigas de caminhada na oração e na ação concreta do serviço cristão ao perguntarem o que de concreto eu estava precisando: dinheiro? suporte? contatos? A dor impulsionou uma amiga a movimentar outros amigos, como numa corrente, a  antecipar, em uma clínica da rede privada, um exame que só teria vaga 25 dias depois. 

Essa dor me despedaçou, porque, dores despedaçam  a gente, mas a verdade é que a mesma dor nos faz repensar e ter um olhar diferente da vida e da vocação.

Todos nós já passamos e naturalmente vamos passar por momentos de dores, cada um de nós à sua maneira. E desses momentos teremos, claro, experiências e lições diferentes. Eu, por exemplo, pude notar que a amorosidade divina é presença presente nesses momentos, e que Deus, como mãe que cuida e acalenta, realmente nunca me deixou sozinha. 

ELA, Deus, providencia amparo, conforto e faz grandes coisas. Ela providenciou lugar seguro para meu filho até que minha irmã chegasse. Ela, Deus, providenciou uma pessoa estranha que me abraçou como se eu fosse da família. E a pessoa, até então, estranha ao me perguntar sobre trabalho e ouvir dizer que eu era pastora,  disse para mim:  "a gente sente paz quando olha pra você". Eu me espantei: "Como? Você me abraçou enquanto eu estava desesperada". "Quem ficaria sozinha com serenidade em um lugar como esse", ela disse, "se não tivesse convicção da presença de Deus?". Bom, ela não sabia o quanto na verdade eu estava desesperada,  fazendo ligações, pedindo orações, mesmo tendo fé em Deus!

Ela, Deus, foi que providenciou amigos e amigas com ações concretas! Ela providenciou alguém para cuidar de mim aqui dentro, alguém que veio e disse: "só saio do hospital junto contigo". Uma amiga mais que especial.

Ela, Deus, providenciou amor de todas as formas e todas as maneiras. A dor nos ensina o valor da família, da parceria ministerial, das verdadeiras amizades e do verdadeiro cristianismo.

Que a Trindade nos livre dos dias de aflição e que nos envie amparo para lidarmos com as dores que inevitavelmente surgirão.

Rev. Gabriela Santos
Bacharel em Teologia 
Licenciada em Filosofia 
Pastora da Igreja Presbiteriana Unida na congregação de Tapiramutá-Chapada.


P.S.: É... parece que às vezes um bucadinho de dor ( bucadinhooooooo com cara de tantão), nos ensina mais que os livros. Dor pedagógica. Ainda continuo hospitalizada e termino esse texto com dor.



sábado, 25 de março de 2023

ABRIGO SEGURO...

 “Eu mesmo o acompanharei e lhe darei descanso” (Êxodo 33.14) 

                                               Por: Cláudio Rebouças 


 Ó Deus, que invocamos todas as manhãs e agradecemos todas as noites. És nosso abrigo seguro e em Ti confiaremos. Seguiremos firmes em suas promessas e disponíveis para o teu serviço que sugere uma espiritualidade diaconal e libertadora. 

Ó Deus, sabemos que até aqui tens nos ajudado. Em meio as lágrimas, recomeços e teimosia da fé, estamos aqui experimentando sua Graça e afirmando nossa esperança no projeto de Jesus de Nazaré que acolhe ao ferido e oferece abrigo seguro ao desolado. 

Ó Deus, temos enfrentado desafios sem fim e precisamos de Ti. Sem sua presença não podemos existir e a vida torna-se incompleta. Neste dia abrimos a porta e a janela para ver o sol nascer. Neste dia veremos borboletas como sinal da transformação que fará em nós. Vamos voar nas asas da fé pela imensidão. 

Ó Deus, renovamos o compromisso com o Evangelho e vamos caminhar com fé e coragem. Nos momentos complicados, lembraremos que podemos descansar em Ti como alguém “jogado numa rede preguiçosa”. Lembraremos que Seu riso nos alegrará como as matriarcas do recôncavo baiano a sambar. A vida é(também) festa do esperançar! 

Ó Deus, seguiremos irmanados acompanhados por Ti na missão. Cuidaremos das pessoas com carinho e respeito para que sempre se lembrem de ti. Essa é nossa missão em mutirão trazendo um pouco do teu abraço através das nossas mãos. Nossa voz será um pouco da Tua quando denunciarmos toda injustiça e anunciarmos o dia da redenção. 





quarta-feira, 22 de março de 2023

Uma espiritualidade para além do templo...


Em Março, mês em que nos voltamos de uma maneira mais enfática para celebrar as nossas conquistas como mulheres, mas também para lembrarmos que a luta continua, porque a misoginia ainda é muito presente na sociedade, junto com o machismo, herança de uma cultura extremamente patriarcal.
 Fui convidada junto com a diaconisa Clara, para participarmos de uma roda de conversa em uma comunidade. Como seriamos palestrantes, me preparei estudando sobre Noemi e Rute, mas fui sem imaginar como seria o evento. Ao chegar lá meus olhos se encheram, minha alma foi aquecida e fui envolvida por uma mística que há muito não sentia, era um assentamento do Movimento Sem Terra, a brigada Dorothy, que logo me fez lembrar da missionária assassinada em Anapu, no estado do Pará, na bacia Amazônica em 12-02-2005 - lembrando que a irmã Dorothy como era conhecida lutava por uma reforma agrária justa, mantendo firme sua luta por soluções de conflitos relacionados à posse e à terra.
Nesse contexto de mulheres muito sábias, e simples, percebi mais uma vez a minha vocação e pude compreender como o nosso modelo de espiritualidade e missão precisa de um olhar mais sensível porque fomos acostumadas a nos manter nos nossos templos “sagrados”, muitas vezes desconhecendo a realidade de tantas mulheres e homens que lutam por seus direitos, precisamos compreender que a Ruah Divina tem nos desafiado, tentando abrir os nossos olhos para realmente priorizarmos o seu reino e entendermos que a Divindade está agindo na vida, no cotidiano das pessoas que tanto lutam para que essa terra seja realmente de todas as pessoas, para que verdadeiramente o ser humano tenha o direito de ter como viver com dignidade, porque esse é o desejo de Deus.
Penso que é muito importante nossos momentos no templo, lá nos fortalecemos e aprendemos sobre nossa missão, mas precisamos aplicar nossa espiritualidade entre as pessoas, precisamos ouvir suas histórias e nos identificar com suas dores e lutas, tendo em nós o mesmo sentimento que Jesus teve, compaixão, misericórdia e piedade e assim assumirmos o compromisso social, o compromisso cristão de sairmos um pouco das nossas acomodações e encontramos a presença tão rica, fortalecedora e real de Deus na vida de outras pessoas.
Tenho tentando buscar caminhar nessa dimensão de espiritualidade, para além do meu espaço, para além do meu templo, uma caminhada de fé que me desafia, mas também me faz perceber que existe uma ação divina na terra, no chão, nas pessoas que vivem tão diferentes de mim, sobretudo ouvir a voz de Deus me chamando para ir, para fazer, para abraçar, para lutar, como tantas mulheres e homens na bíblia foram desafiados e descobriram no caminho que a Ruah sopra e que Jesus sustenta.


Gabriela Santos (Bacharel em Teologia, Licenciada em Filosofia e Pastora da Congregação da Igreja Presbiteriana Unida em Tapiramutá-BA).




domingo, 26 de fevereiro de 2023

Ser sal da terra: nosso chamado e missão.

 

Graça, paz e saúde, queridos(as) irmãos(ãs) do nosso Presbitério do Salvador (PSVD)!

Iniciamos um novo ciclo com a eleição do novo Conselho Coordenador do PSVD. Temos profunda gratidão pelo Conselho anterior que nos pastoreou com amor e dedicação no contexto desolador da pandemia, marcado por perplexidade, apreensão, perdas, lutos, lutas, mas também fé, resistência, solidariedade, reconstruções, recomeços...

Neste tempo de recomeços em que nos encontramos, convido-lhes a guardarmos com muito carinho no coração e a traduzirmos em nossa comunhão e caminhadas aquelas palavras de Jesus: “vós sois o sal da terra” (Mt 5.13). Assim como o sal só serve se, na dose certa, preservar e der sabor aos alimentos, nossas Igrejas e Presbitério só “servem para viver se viverem para servir”! O sentido da existência de nossas Igrejas e Presbitério está no nosso sim ao chamado que Deus tem para nós. Está no cumprimento da missão que Deus tem para nossas vidas e Comunidades de Fé.

E não esqueçamos: todo chamado é resposta a um clamor. E são muitos os clamores em nossas Igrejas e ao seu redor. Ainda “há muita fome no meu país” (João Dias), “há tanta gente que é infeliz” (padecendo solidão, ansiedade, depressão e outros males), há crianças e “velhos a padecer”, muitos(as) “sem lar, sem pão”, violências, vidas “sem salvação”. Somos chamados a ser sal em ação: pitadas da salvação de Deus na vida das pessoas e famílias, nas nossas cidades e país, na nossa Mãe Terra tão maltratada pela ganância e desprezo humano. Derrubando os muros do preconceito e do ódio, construindo pontes de reparação, perdão, reconciliação e paz. Com amor, compaixão, solidariedade e cuidado. Com leveza, simplicidade e alegria!

Temos alguns desafios prioritários. Nossas Igrejas precisam (1) crescer de modo saudável (inclusive numericamente); precisamos (2) reestruturar financeiramente nosso Presbitério e (3) aprofundar de forma criativa a nossa Identidade enquanto Igreja Presbiteriana Unida (acolhedora, ecumênica, diaconal/servidora, profética - que denuncia as injustiças e anuncia a esperança, solidária). Precisamos avançar significativamente na Evangelização! Fortalecer/reorganizar o trabalho com crianças, adolescentes e jovens. Para isso “vamos precisar de todo mundo” (Beto Guedes). Mais unidos(as) que nunca! 

Que possamos nos sentir pessoas e Comunidades animadas, encorajadas e guiadas pela Palavra do Deus Vivo: “Não temas, te ajudo, te esforço com a destra da minha justiça, (...) pois de desertos faço mares e de lugares secos mananciais” (Is 41: 10, 18b)! Que possamos nos sentir abraçados(as) pela Perseverança. Protegidos(as) e pastoreados(as) pela Santa Trindade. Abertos ao sopro do Espírito e às surpresas da Graça. Olhos atentos à criança-futuro que nos sorri. Vamos de mãos dadas! Deus conosco!

Rev. Augusto Amorim Júnior (Moderador do PSVD)