sexta-feira, 15 de junho de 2012
Caminhando...
quarta-feira, 16 de maio de 2012
FORÇA CLARICE... QUEREMOS BRINCAR!
sábado, 12 de maio de 2012
Mães que choram
Mães, mas sobretudo mulheres - Pastora Odja Barros
quarta-feira, 25 de abril de 2012
SOU CRISTÃO?
segunda-feira, 19 de março de 2012
“Roubando” a flor do altar...
Ontem à noite, mais uma lição...
Tem momentos que não sabemos o que fazer!
Até que uma flor pode surgir...
Pode até ser artificial...
Mas, ela encanta, suaviza, alegra...
Resolve?
Sinceramente, não sei!
Apenas acredito que elas anunciam o belo, o Divino...
Sim! Até as artificiais!
Pois, ali tá a mão do humano...
E, onde tá a mão do humano,
O sagrado se manifesta!
Sim! O profano também!
Somos complexos e inacabados...
Somos caminhantes em encruzilhadas!
E, na encruzilhada, a escolha tem que ser feita!
Para que lado você vai?
Bem, eu ouço uma voz que arde meu coração quando me aproximo da cruz...
Vou andando...
Encontrando vidas que não sei o que fazer!
Só sei que são vidas...
Mesmo sem parecer!
E, enquanto flores forem arrancadas do altar de uma Igreja em festa...
Para serem oferecidas aos invisíveis sociais...
Então, entenderei que as flores não só embelezam e perfumam...
Mas, dignificam o humano.
Muritiba/BA em 19/03/2012
Cláudio Márcio
Esta meditação é fruto de um olhar para o que ocorreu no aniversário de 47 anos da IPU em Itapagipe em que fui convidado a ser o pregador com a reflexão intitulada: SEMEADORES DE DESTRUIÇÃO X SEMEADORES DE VIDA. Bem, antes de começar o culto, uma mulher aparentemente drogada e suja entrou, gritou e sentou na Igreja... Geralmente quando alguém entra e fica em silêncio...tudo bem. Mas, quando quebra a “ordem” da programação é complicado, não? Porém, o que fazer? Um presbítero da Igreja, “roubou” uma flor da ornamentação do aniversário da comunidade e ofereceu a mulher.
sábado, 3 de março de 2012
NOTA DE FALECIMENTO E PESAR
NOTA DE FALECIMENTO E PESAR
Dom Robinson Cavalcanti e sua esposa Miriam Cavalcanti
O Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - CCIPU, em nome de toda a família presbiteriana unida, lamenta, profundamente, o trágico falecimento do Reverendíssimo Bispo Diocesano, Dom Edward Robinson de Barros Cavalcanti, e de sua esposa Miriam Cavalcanti, ocorrido neste domingo 26/02/2012 por volta das 22h na cidade de Olinda-PE.
A família ipeuense agradece a Deus pela vida e ministério do pastor, mestre, amigo, companheiro de inúmeras caminhadas em defesa da causa ecumênica e do Evangelho pleno de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao nosso bondoso Deus rendemos graças pela vida de Dom Robinson e de sua esposa, irmã Miriam Cavalcanti. Que a infinita misericórdia, consolo e generosidade de Nosso Deus abundem nos corações dos entes familiares enlutados.
Vitória, 27 de fevereiro de 2012.
NOTA DE FALECIMENTO E PESAR - 2
Rev. José Aguiar Vallim Filho
O Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - CCIPU, em nome de toda a família presbiteriana unida, lamenta, profundamente, o falecimento do Rev. José Aguiar Vallim Filho, membro do Presbitério Rio Novo, no domingo passado, 26 de fevereiro de 2012. Nosso amado pastor estava com uma grave crise de leucemia e internado no Hospital Salgado Filho, na cidade do Rio de Janeiro.
A família ipeuense agradece a Deus pela vida e ministério do Rev. José Vallim, pela dedicação ao trabalho do Senhor ao longo de toda a sua vida. O CCIPU, em especial, dá glórias a Deus por sua vida e por sua dedicação à IPU como ex-Moderador deste Conselho.
À família de nosso pastor e ex-Moderador do CCIPU, nossos mais sinceros votos de conforto e paz que vem do Altíssimo.
Vitória, 27 de fevereiro de 2012.
NOTA DE FALECIMENTO E PESAR - 3
Pastor Milton Schwantes (IECLB)
O Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil - CCIPU, em nome de toda a família presbiteriana unida, lamenta, profundamente, o falecimento, na madrugada desta quinta-feira, 1º de março, do biblista e pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Dr. Milton Schwantes, professor de Antigo Testamento na Faculdades EST entre o final dos anos 70 e início dos anos 80, cujo testemunho ecumênico extravasou os limites de atuação da IECLB, influenciando uma geração de biblistas brasileiros e latinoamericanos.
O Pastor Milton Schwantes viveu os últimos anos de sua vida com graves problemas de saúde, oferecendo um testemunho de resistência e alegria. Desde agosto de 2002, após a realização de uma delicada cirurgia para a retirada de um tumor na hipófise, conviveu também com graves limitações físicas. Casado com Rose, Milton era pai de três filhas.
A família ipeuense agradece a Deus pela vida e ministério deo Pr. Milton Schwantes, pela dedicação ao trabalho do Senhor ao longo de toda a sua vida em prol da causa de Cristo e da unidade entre os cristãos.
À família de nosso pastor e à nossa co-irmã Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, nossos mais sinceros votos de conforto e paz que vem do Altíssimo.
Vitória, 02 de março de 2012
WERTSON BRASIL
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
SER CRISTÃO...
“Ser cristão é, com efeito, aceitar e viver solidariamente a fé, a esperança e a caridade, no sentido que a palavra do Senhor e o encontro com ele dão ao devir histórico da humanidade a caminho da comunhão total”. (Gustavo Gutierrez)
A cada manhã me vejo não pertencente mais a uma maneira de viver a experiência religiosa de forma homogênea e a meu ver, extremamente “líquida”. Isto é, seu efeito acaba logo. Desta maneira, como estudante de Ciências Sociais e concordando com Peter Berger quando aponta que “o sociólogo é o homem que tem que ouvir mexericos, menos a contragosto, o homem que sente tentação em olhar através de buracos de fechadura, ler correspondência alheia, abrir armários fechados” (BERGER, 2010, p.28), me lanço a refletir e perceber através de experiências aparentemente simples o que está oculto a ser desvendado. Ou seja, “o sociólogo tenta ver o que existe”. (BERGER, 2010, p.14)
Evidente que como não há neutralidade nas ciências sociais, o sociólogo tem um objeto a conhecer (o mundo social), de que ele próprio é produto. Assim, como pode efetuar uma dúvida radical, se ele é um ser social? Mas Bourdieu sinaliza, “como pode o sociólogo escapar à persuasão clandestina que a cada momento sobre ele se exerce, quando lê o jornal, ou quando vê televisão, ou mesmo quando lê os trabalhos dos seus colegas?” (BOURDIEU, 2010, p.36) Desta maneira, a ruptura é uma conversão do olhar... um novo olhar (um olhar sociológico).
De fato, a sociologia tem como objetivo precípuo compreender e explicar as permanências e as transformações que ocorrem nas sociedades humanas e até indicar algumas pistas sobre os rumos das mudanças Assim levanto minha cabeça e vejo: a mercantilização da fé, o jugo pesado da religião, a demonização do outro, o não diálogo, a manutenção de estruturas de dominação em nome do Sagrado... Confesso: tudo isso me dá nojo! Se ser cristão é isso, então não quero mais ser cristão.
Contudo, sei que existem outras experiências de vivência da fé de uma maneira mais humana e libertadora espalhada neste solo brasileiro, em comunidades presbiterianas, batistas e outras que meu coração enche-se de alegria e esperança. Ter encontrado no caminho pessoas como: João Dias de Araújo (IPU), Israel Argôlo, Marcos Monteiro, Jorge Nery, Jardson Gregório, Paulo Nascimento e Wellington (IBP), Adriano Trajano, Carlos Queiroz, Enilson, Wagner Borges, Joel (Batista Nazaré) e tantos outros, me faz perceber que sempre existem brechas para se pensar e agir diferentemente do que prega-se o neoliberalismo.
Que cara machista não é? E as mulheres? Bem, poderia apontar: Icléa Rebouças, Valdelice Silva, Jussiana Silva, Tatiana Rebouças, Jemima Evangelista, Sônia Mota, Odja (IBP), Anita Wright e outras. Olha só, são homens e mulheres com quem tive contato e sei que existem tantos Josés e Marias que ainda não conheci. Sei que esses nomes me mostram que há outra maneira de viver a fé e de celebrar a vida. Logo, quando levanto a cabeça e olho, vejo um fardo leve e suave, vejo misericórdia e perdão, vejo cuidado e emancipação.
Acredito e vejo que o Espírito tem soprado aqui e ali e que este sopro ultrapassa a comunidade eclesiástica e promove caos-ordem nas esquinas e praças da cidade e ou em outros territórios onde há humanos. Diante disso, acredito que é chegado um momento de amadurecimento da fé como aponta o apóstolo Paulo: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino” (1 Cor13:11 ). Ou seja, assumirmos nossa responsabilidade como humanos e, independente da maneira que se vive a fé (neste ou naquele grupo), penso que necessitamos de outras práticas que ultrapassem a nossa imagem no espelho.
Assim, para os que crêem, é chegado o Reino de Deus onde tod@s devem arrepender-se. De quê? Bem, poderia sinalizar alguns pontos como: arrepender-se de uma religiosidade mesquinha que não traduz e ou revela o que Cristo nos propõe a ser; arrepender-se da arrogância; do preconceito; da ganância; da incredulidade (se não em Deus, em nós mesmos e nos outros); da omissão diante de tanta injustiça...Onde está nossa dimensão profética?
Desta maneira, os desafios de um novo tempo estão exigindo de nós possíveis respostas. Mas, o que falamos? As vezes tenho a impressão que falamos, falamos, e não dizemos nada. Ou seja, não acompanhamos as transformações sociais e queremos ser igreja como os nossos ancestrais. Bem, neste jogo sempre devemos nos perguntar, o que permanece? O que deve se modificar? Por quê? Ora, penso que é necessário e saudável rever algumas questões, não? Minhas inquietações, decepções e encantos são muitos. Mas, continuo em Tuas mãos, continuo sendo Teu, continuo crendo em Ti...Só sei que Teu rosto e Tua voz são cada vez menos institucionais-burocrático e, cada vez mais simples e cheios de levesa (como pássaro em minha janela a cantar).
Abraço sócio-teológico
Cláudio Márcio
domingo, 15 de janeiro de 2012
SOPRA ESPÍRITO EM NOSSO PRESBITÉRIO!
“Deus é como um vento. Sentimos na pele quando ele passa, ouvimos sua música nas folhas das árvores e o seu assobio nas gretas das portas. Mas não sabemos nem de onde vem nem para onde vai. Na flauta, o vento se transforma em melodia. Mas não é possível engarrafá-lo. No entanto, as religiões tentam engarrafá-lo em lugares fechados a que eles dão o nome de “casa de Deus” Mas, se Deus mora numa casa, estará ele ausente do resto do mundo? Vento engarrafado não sopra...” (Rubem Alves)
Mais uma reunião do nosso presbitério (06 a 08 de janeiro de 2012) onde desejamos ver e rever irmãos (ãs) de suas comunidades de fé para que nosso coração encha-se de esperança e fervor para realizarmos aquilo que entendemos ser sopro do ESPÍRITO em nossa jornada. Desta maneira, a IPU de Gov. Mangabeira acolheu o nosso PSVD com muito carinho e amor.
Assim, a reunião inicia-se com a SUPRE na sexta à tarde, onde um processo de avaliação das atividades desenvolvidas ou não em cada comunidade é apresentado. Já na noite, tivemos um culto muito significativo coma participação do irmão Dinailton (Igreja Batista/ Ministro de música) e uma provocativa reflexão do Rev. Luis Pereira (Atos 11:19-26) , em que levou-nos a pensar sobre uma necessidade de observar os modelos das primeiras comunidades a fim de fortalecer nossa jornada de fé e compromisso com o evangelho de Cristo.
No sábado pela manhã e tarde as comissões trabalhavam para apresentar seus relatórios à assembléia... Contamos com a presença do Rev. Josué Mello e sua esposa Tecla Mello (o PSVD atendendo ao pedido do Rev. Josué Jubilou com louvor pelo seu serviço prestado ao Reino de Deus na nossa IPU). Assim, Josué e Tecla não só agradeceram a Deus por seus 50 anos de casados como convidou o PSVD para a celebração na IPU do Salvador ainda em janeiro.
Já no culto noturno ocorreu uma belíssima liturgia dirigida pelo irmão Sérgio Miranda, as músicas ficaram com Dinailton e Jr. Amorim e a reflexão foi realizada pelo novo reverendo em nosso presbitério e também pastor na IPU do Salvador (Paulo Roberto) sinalizando no texto de Efésios 3: 14-21 a fim de que Cristo habite em nossos corações e possamos seguir a Palavra de Deus com muito cuidado e zelo. O rev. Paulo Roberto também foi eleito (no domingo pela manhã) como o novo secretário do PSVD. Seja bem vindo a esse chão de encantos... Você e sua família!
Assim, no domingo pela manhã, tivemos uma pequena abertura com cânticos, orações, leitura bíblica e uma linda poesia recitada pela irmã Rute e logo após, um estudo muito significativo com o Pr. Jorge Nery (teólogo e historiador) que provocou a tod@s ao empenho na vivência do Reino e também a necessidade de reler documentos da história da Igreja a fim de encontrar nas encruzilhadas da caminhada as possíveis respostas das escolhas que foram feitas no processo histórico da IPU. Ou seja, temos uma história bela em um contexto específico. Porém, quem somos neste novo tempo? Logo, Jorge Nery provocou: como iremos agir em nossas comunidades em relação aos homossexuais? E, as religiões de matriz africana não teria muito a nos ensinar em uma perspectiva de uma espiritualidade ecológica?
Ora, ainda pela manhã tivemos um culto coma celebração da eucaristia (dirigido pelo Rev. João Dias) e uma reflexão do moderador do nosso PSVD (Rev. Dagoberto Pereira) nos convocando para o serviço ao Reino de Deus em nossas comunidades e no mundo.
Gosto de um texto de Rubem Alves que aponta que “Deus é um pássaro encantado e que só ouvimos o seu canto.” No entanto, alguns pensando ter domínio sobre este pássaro, trouxeram gaiolas em suas mãos. Mas, “o que carregam são pássaros engaiolados (ídolos).” Aponta ainda Alves: “Deus nos deu asas. Mas as religiões inventaram gaiolas.”
Desta maneira, pensando com Stuart Hall em uma perspectiva de identidades múltiplas e não fixas é que nossa comunidade IPU vive sua espiritualidade na oração e no partir do pão, no abraço e no canto, no ouvir e no sentar-se a mesa da fraternidade, na superação da saudade de alguns da IPB e na construção de uma juventude que conheça nossa história, na luta por justiça social e a promoção da vida, na palavra de Deus no texto sagrado e na cultura (no cotidiano)... Ou seja, a IPU é esta comunidade eclesiástica acolhedora e também paradoxal que vive sua humanização para tornar-se efetivamente mais divina em suas ações.
Penso a IPU como o espaço onde estamos nos perguntando a cada manhã: o que estou fazendo se sou cristão? (Rev. João Dias) e um desejo profundo de viver a vida em suas múltiplas dimensões. Pois, como diz Alves: “gostaria de viver muito porque a vida é boa.” Bem, temos desejos, desafios e coragem de continuar dizendo sim ao projeto de Jesus de Nazaré e sermos sensíveis ao sopro do Espírito na história, na igreja, na vida, nas esquinas e praças do nosso chão (Recôncavo, Bahia, Nordeste, Brasil, América Latina... Assim, sentindo o sopro do Espírito que é cheio de vida e libertação, lembro o tema anual do nosso presbitério: EVANGELIZAÇÃO E MISSÃO, O DESAFIO NOSSO DE CADA DIA.
Muritiba/ Ba, Janeiro de 2012
Cláudio Márcio
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
AS PESSOAS MUDAM...
“Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante.
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante.
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo.
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo. ”(Raul Seixas)
Mais uma manhã se abriu para mim e eu logo me encho de esperança... É possível reconstruir, recomeçar, insistir no projeto que me envolve e me dá prazer. Qual e ou quais os projetos que te dão prazer? Ora, para mim a leitura e a escrita tem sido um exercício onde vale à pena investir um tempo... Como é bom estar com um livro e um teclado de computador nas mãos.
Falo isso por avaliar um processo em que me encontro... Como e porque um garoto que não gostava de estudar hoje passa horas por dia na busca do conhecimento? Quais os fatores que levaram a isso? Buscando em minha memória cheguei a alguns indicativos; 1) sempre tive o apoio de meus pais no processo educacional (aliás, não só eu, meu irmão e irmãs também); 2) não fui um estudante bagunceiro (só não gostava de estudar)...para ser mais honesto, sempre gostei de disciplinas de humanas; 3) Suspeito também que quando passei a fazer seminário e comecei a namorar Jussi (minha esposa) então, algo mudou.
Contudo, o desejo de ser universitário era muito forte (apesar de sentir-me em débito quanto o conteúdo para o ingresso na universidade). Queria fazer história em qualquer universidade e Jussi insistia: “você tem que fazer em uma instituição pública”... Como foi bom ouvir este conselho! Assim, lancei-me em alguns dois vestibulares da UFRB e não passava na segunda fase. Até que um dia eu mudei a opção de curso; Ciências Sociais é na área de humanas (acho que vou gostar) e por motivos que não sei explicar, naquele ano, (a concorrência de história ficou mais baixa do que a de ciências sociais) e eu passei.
Lembro-me como hoje o dia que saiu o resultado (estava em Laje na casa de MIMA) e vi o meu nome naquela lista de aprovados (que sensação maravilhosa!). Desta maneira, uma infinidade de possibilidades teóricas seria apresentada a mim. Mesmo percebendo lacunas no curso de CISO da UFRB... Estou completamente apaixonado por este curso. A sociologia e a antropologia se apoderaram de mim... Não é mais possível um olhar que não seja teológico, sociológico e antropológico para o mundo que vejo onde informo e sou informado.
Confesso que não sei aonde tudo isso vai me levar... Mas, tenho acreditado neste jogo e estou muito feliz em viver este processo de metamorfose existencial... Desejo, através de muito esforço, disciplina e celebração da vida construir junto aos meus companheiros de estudo (Paulo Roberto; Valdir Alves; Matheus Barros, Ezequias Amorim) assim, como muitos de nossos professores, contribuir com o fortalecimento das Ciências Sociais no Brasil.
Muritiba- Ba, Janeiro de 2012
Cláudio Márcio
domingo, 25 de dezembro de 2011
GRATO...
Grato pelo encontro com o Eterno, o Misterioso...;
Grato por lutar contra o jugo opressor da religião;
Grato por viver uma espiritualidade diferente (me faz mais humano...);
Grato por celebrar a vida a cada dia;
Grato pela fé e pela dúvida;
Sou grato pelo ar que respiro;
Pelo sol que brilha de dia;
A lua e as estrelas a noite;
Pelo canto dos pássaros;
Pelas lindas borboletas em pleno vôo;
Cada culto no lar, na Igreja;
Cada louvor cantado ao Soberano;
Cada texto sagrado lido no livro e na vida;
Sou grato por não ser anjo, sou humano;
Grato pelas limitações e superações;
Grato pelo riso e o choro;
Grato pelo acerto e erro;
Sou grato pela família biológica (Mãe e Pai, irmãs e irmão, cunhados (a), sobrinhos (a);
Grato pela minha querida esposa (sou seu fã!) VALEU MESMO CRIADOR! E toda sua família;
Pela família IPU em Muritiba, no nosso presbitério (PSVD) e a nacional;
Grato pelas vidas que encontro no caminho;
Pelas amizades construídas;
Sou grato pelo pão-nosso de cada dia;
Pelo livro de cada dia;
Pelo abraço de cada dia;
Pelo aperto de mão de cada dia;
Pelo sorriso de cada dia;
Pela resistência de cada dia;
Pela reflexão de cada dia;
Pelo reggae de cada dia;
Pela oração de cada dia;
Pela UFRB e evidentemente o curso de Ciências sociais;
Pelos companheiros de estudo diários (quanta sede de e do saber);
Grato pela minha orientadora do TCC (incentivos e puxões de orelha);
Grato por mais um Natal (Deus se fez menino!);
Grato por mais um texto para compartilhar com você que acompanha o TEOLOGANDO NA SERRA...
Desejo que tenha um ano de paz e que o Sopro do Espírito toque sua vida.
Muritiba- BA, dezembro de 2011
Cláudio Márcio